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Em um cenário em que marcas disputam atenção em feeds cada vez mais saturados, uma pesquisa da Nielsen aponta que 92% dos consumidores confiam mais em recomendações de pessoas do que em publicidade tradicional. A Scapola Comunica tomou esse dado como premissa e transformou uma semana de agendas em Belo Horizonte em um laboratório vivo dessa tese.
O relacionamento estratégico deixou de ser diferencial para se tornar competência central. Empresas que cultivam conexões qualificadas com imprensa, parceiros e formadores de opinião constroem algo que nenhum impulsionamento pago compra: credibilidade acumulada. Foi com esse olhar que a equipe da Scapola marcou presença na capital mineira, com uma agenda densa e propositalmente variada.
A primeira frente da semana levou a equipe ao Shopping Cidade, um dos mais tradicionais centros comerciais de Belo Horizonte, para sessões de trabalho com dois parceiros estratégicos: Tônica Ateliê Gastronômico e Thâmara Zaia.
O objetivo era construir junto, identificar possibilidades reais de comunicação que fortaleçam o posicionamento dessas marcas no ecossistema local.
A metodologia aplicada é o que a Scapola chama de "curadoria de conexões". Em vez de apresentar um plano pronto, o time entra em processo colaborativo com o cliente para co-criar narrativas que reflitam propósito genuíno.
Um dos momentos mais reveladores da semana foi a entrega estratégica dos cartões premiere da Cineart para jornalistas e parceiros selecionados da marca. Na era do marketing de performance, gestos como esse carregam um valor que as métricas têm dificuldade de capturar: o reconhecimento individual.
Pesquisas da Harvard Business Review indicam que programas de relacionamento com formadores de opinião, quando bem executados, geram até 4 vezes mais engajamento orgânico do que campanhas pagas equivalentes. O cartão premiere, nesse contexto, não é um brinde. É uma declaração de que a marca enxerga o parceiro como aliado, não como veículo.
O encerramento da semana teve um peso simbólico diferente. A equipe marcou presença na cerimônia de outorga da medalha concedida pela Associação Brasileira das Forças Internacionais de Paz da ONU (ABFIP) à Patricia Moço, da Ecosense. Uma distinção que reconhece contribuição efetiva ao desenvolvimento sustentável e à cooperação internacional.
O papel da assessoria de comunicação não termina no press release: ela existe na plateia de uma cerimônia, no corredor de um shopping, na conversa de bastidor com um jornalista. É aí que o relacionamento se consolida.
O conceito de earned media — a cobertura e o engajamento que uma marca conquista organicamente, sem pagamento direto — tem crescido como métrica de prioridade entre gestores de comunicação globalmente. Um estudo da Cision aponta que 65% dos profissionais de PR consideram o relacionamento com jornalistas como seu principal ativo estratégico.
A semana de Belo Horizonte materializou a reafirmação de que estratégia de comunicação, quando bem executada, se parece menos com campanhas e mais com cultivo. Leva tempo, exige presença e produz resultados que resistem às oscilações do algoritmo.
Sua marca está presente onde importa? Vamos conversar sobre como criar conexões e oportunidades reais para o seu negócio.

A construção de autoridade nunca foi tão estratégica e disputada.
Em um ambiente digital saturado por conteúdos rápidos e excesso de estímulos, marcas que conseguem sustentar conversas profundas, consistentes e relevantes ocupam um espaço diferente: o da confiança.
É nesse cenário que o podcast se consolida como uma das ferramentas mais potentes de posicionamento institucional e fortalecimento de marca pessoal.
Mais do que um formato, ele é um território de construção de reputação.
O primeiro formato semelhante ao que hoje chamamos de podcast surgiu em 1993, com o programa Internet Talk Radio, criado por Carl Malamud. O conteúdo era disponibilizado como arquivo digital — algo inovador para a época, embora limitado pela tecnologia de armazenamento e compressão de áudio.
O termo “podcast” surgiu apenas em 2004, quando o jornalista Ben Hammersley sugeriu a junção de “iPod” e “broadcasting” em um artigo do jornal britânico The Guardian.
Segundo Primo (2005), o podcasting emerge como um processo midiático viabilizado pela internet, permitindo produção independente e distribuição simplificada por meio de RSS. Essa característica democratizou a emissão de conteúdo e ampliou o alcance global de criadores.
No início dos anos 2000, surgiram os agregadores de podcast, permitindo que usuários assinassem programas e recebessem episódios automaticamente. Em 2018, Google e Spotify consolidaram o formato como mídia de massa.
O primeiro grande “boom” global ocorreu com o podcast The Serial, que demonstrou o potencial narrativo e comercial do formato. Estudos de mercado, como os da PwC, indicaram crescimento acelerado do setor, impulsionado especialmente durante a pandemia.
O podcast no Brasil já ultrapassou o estágio de tendência. Ele é hoje uma mídia consolidada, com audiência expressiva e crescimento contínuo.
Dados recentes de mercado indicam que:
38,8% dos brasileiros com 16 anos ou mais ouvem podcasts semanalmente, demonstrando alta penetração do formato.
O país conta com aproximadamente 31,9 milhões de ouvintes, formando uma base ampla e engajada.
Muitos consumidores dedicam mais de 11 horas semanais ao consumo de podcasts, índice elevado quando comparado a outros mercados.
O consumo de podcasts em vídeo cresce de forma consistente, impulsionado principalmente pelo YouTube.
O Brasil é frequentemente citado como um dos maiores mercados consumidores e produtores de podcast do mundo, com protagonismo na América Latina.
Esses números revelam algo importante: o podcast deixou de ser nicho e se tornou comportamento.
Há hábito, recorrência e diversidade de consumo — elementos fundamentais para estratégias de autoridade.
Autoridade é percepção de competência sustentada ao longo do tempo. E o podcast favorece exatamente isso.
Enquanto redes sociais priorizam velocidade, o podcast permite aprofundamento:
Desenvolvimento de ideias complexas
Contextualização
Argumentação estruturada
Demonstração de método
A comunicação institucional muitas vezes cria distância. O podcast faz o oposto.
A voz transmite emoção, nuance e autenticidade. Isso gera proximidade e fortalece a confiança. Autoridade moderna não é inacessível, é estratégica e humana.
Um post pode gerar alcance. Uma sequência consistente de episódios constrói reputação.
O podcast cria rotina, hábito e familiaridade, reduzindo a percepção de risco na tomada de decisão.
O podcast hoje é um lugar estratégico, um ativo contínuo de comunicação.
Um único episódio pode gerar:
Artigos para blog
Conteúdo para LinkedIn
Cortes para Instagram
Vídeo completo no YouTube
Newsletter
Materiais institucionais
Aqui está o ponto central: o podcast só constrói autoridade quando está alinhado ao posicionamento da marca. Para se tornar ativo de reputação, ele precisa de:
Definição clara de território
Linha editorial coerente
Integração com objetivos de negócio
Distribuição planejada
Qualidade técnica consistente
É exatamente nessa interseção que a parceria entre a Scapola Comunica e o Podsnag ganha força.
Quer posicionar sua marca nos podcasts certos?
Na Scapola Comunica, usamos o podcast como ferramenta estratégica de construção de autoridade. E, por meio da nossa parceria com a Podsnag, facilitamos a inserção dos nossos clientes em podcasts relevantes e alinhados ao seu posicionamento.
Fale conosco e descubra como podemos inserir você nos podcasts que realmente fortalecem seu posicionamento.

Você pode sentir que tudo já foi dito no seu nicho, afinal, milhares de conteúdos são publicados diariamente nas redes sociais. Vivemos diante de um mar de informações repetidas que facilmente passam despercebidas.
A verdade é que a “Regra dos 15 Segundos” nunca foi tão real. Esse é o tempo que você tem para capturar o interesse de alguém, caso contrário, ele abandonará a página. O usuário médio lê apenas 20% a 28% das palavras em uma página durante uma visita comum, segundo estudos do Nielsen Norman Group.
A resposta para esse desafio está na combinação estratégica de duas forças poderosas: Relações Públicas e Storytelling.
Poucas coisas parecem chamar realmente a atenção no digital hoje em dia. Um produto é lançado e, logo em seguida, dezenas de semelhantes. Datas comemorativas abordadas da mesma maneira. Tudo mais do mesmo.
O problema não está necessariamente no tema, mas na forma como ele é abordado. Afinal, todo tema tem potencial para ter relevância. O segredo está em encontrar o ângulo certo, o elemento humano, o contexto que transforma dados em narrativas memoráveis.
As relações públicas fornecem a estrutura, o timing e o direcionamento estratégico. É o PR que identifica quando, onde e para quem lançar a pauta, além de posicionar a marca ou empresa dentro do contexto maior com dados e informações agregam credibilidade.
Já o storytelling traz a dimensão emocional e a conexão genuína. É a narrativa que transforma números em experiências humanas, criando identificação com o público. Ele dá voz aos personagens que vivenciam a história.
1. Encontre o elemento humano
Os dados podem reforçar o quantitativo, mas é no qualitativo que você difere uma pauta relevante. O público tem mais facilidade de se identificar em uma solução quando outras pessoas compartilham da mesma dor, e consequentemente influenciam na compra.
Você pode até divulgar um dado como "nossa empresa reduziu o tempo de atendimento em 30%", mas contar a história do cliente que conseguiu resolver um problema urgente graças a essa melhoria pode gerar mais identificação com o público final.
2. Contextualize dentro de uma tendência maior
Pensar em como seu produto se encaixa nos debates socioeconômicos, políticos e culturais é um passo a mais para se sobressair. Essa conexão amplifica o interesse e a pertinência da pauta.
Pense em um produto sustentável. Não é apenas sobre o produto em si, mas sobre como ele se insere nas discussões urgentes sobre mudanças climáticas, consumo consciente e responsabilidade corporativa. Essa relação precisa fazer sentido.
3. Use o poder dos dados inéditos
Pesquisas proprietárias, levantamentos exclusivos ou análises de dados sob uma nova perspectiva transformam temas batidos em notícia.
Se todos falam sobre home office, que tal apresentar dados concretos sobre como isso afetou especificamente o seu setor ou região? Informações inéditas geram autoridade e interesse genuíno da imprensa.
4. Explore um ângulo contraditório ou surpreendente
Deixe o senso comum de lado. Procure dados e histórias que contradizem o ordinário das notícias, em um cruzamento de informações pode surgir uma pauta quente. O elemento surpresa é um poderoso gerador de engajamento.
5. Construa uma narrativa com começo, meio e fim
Uma boa estrutura textual é a base que sustentará a pauta. Apresente o contexto, o desafio ou transformação e o resultado ou aprendizado Essa narrativa torna até os temas mais técnicos mais digeríveis e memoráveis.
A combinação de PR e Storytelling não é sobre maquiar a realidade ou manipular percepções. É sobre encontrar e comunicar o valor genuíno que existe em cada história, por mais comum que ela pareça à primeira vista. É sobre entender que comunicação eficaz não é apenas transmitir informação, mas criar significado.
A pergunta certa não é "esse tema é relevante?", mas sim "como podemos revelar a relevância que já existe nele?".
A Scapola Comunica acredita que toda marca tem histórias poderosas para contar. Nossa expertise em PR e Storytelling ajuda empresas a descobrirem e amplificarem narrativas que conectam, engajam e geram resultados reais.
Entre em contato para tornar sua pauta relevante conosco!

É com esse propósito que agora somos uma agência associada à ABRACOM (Associação Brasileira das Agências de Comunicação).
A comunicação nunca foi tão acessível e tão desafiadora ao mesmo tempo. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 89,1% da população com 10 anos de idade ou mais possui acesso à internet, isso representa 168 milhões de pessoas. A cada nova plataforma, algoritmo e formato, cresce também a responsabilidade de comunicar com propósito.
Desafios como as notícias falsas, preocupação com privacidade, vazamentos de dados, conteúdos enganosos e as crescentes discussões sobre a utilização de inteligência artificial deixam claros que é impossível crescer sozinho em um ambiente que está em constante transformação.
Mais do que um movimento de mercado ou de informação, a comunicação virou um ecossistema vivo. A presença de profissionais capacitados, novas ideias e tecnologias inovadoras nunca foi tão necessário quanto agora. E é justamente essa visão que nos traz até aqui.
A ABRACOM reúne mais de 200 agências em todo o país, promovendo a representatividade do setor, incentivando boas práticas e contribuindo para o desenvolvimento da comunicação empresarial no Brasil.
Para nós, a parceria com a Abracom é mais do que um selo institucional. É uma escolha de continuar crescendo com propósito, de forma transparente, colaborativa e conectada ao que há de mais inovador na comunicação corporativa.
Na prática, significa que passamos a integrar uma rede de agências que acreditam na força de uma comunicação ética, estratégica e colaborativa. Que podemos também ajudar de maneira mais ativa o fortalecimento estadual e nacional de uma entidade que tem os mesmos valores da Scapola, ampliando o propósito de comunicar com intencionalidade.
Fazer parte de um movimento que busca elevar o padrão do nosso setor e estar lado a lado com quem entende que reputação se constrói com consistência é um reforço do nosso compromisso em contar cada história com responsabilidade, fortalecendo o mercado.
Essa é mais uma maneira de afirmarmos que a comunicação é feita para construir pontes.
Para conhecer mais sobre a Associação clique aqui.
Vamos juntos construir um futuro mais transparente e coletivo na comunicação!

Você já precisou resolver um problema e só conseguiu falar com um robô? Ou quis saber mais sobre um produto e só conseguiu conversar com um chatbot?
De 2019 para 2020 houve um crescimento de 92% do uso de chatbots em empresas. O principal motivo foi a necessidade de se adequar com a explosão da pandemia. Nesse período, muitos costumes, ações e hábitos passaram por mudanças não apenas no cuidado com a saúde, mas também na relação dos consumidores com as marcas.
O distanciamento social não foi só físico. As pessoas se afastaram virtualmente. Os contatos para serviços foram automatizados, as marcas foram esfriando o relacionamento. Em julho de 2025, a OpenAI confirmou que os usuários enviam 2,5 bilhões de prompts por dia, mostrando a relevância da Inteligência Artificial na comunicação da Era Digital.
Perguntas que você fazia para amigos, familiares ou profissionais da área diretamente, hoje podem ser respondidas em 3 segundos pelo ChatGPT ou alguma outra IA generativa. Torna-se a saída mais fácil, rápida e prática para o dia a dia.
Para se er uma ideia, de acordo com o relatório da Accenture, 70% das pessoas preferem ser atendidas por uma pessoa quando precisam resolver algum problema ou esclarecer dúvidas. Quando a tecnologia não funciona da maneira que o consumidor espera, a experiência se torna uma decepção.
A tecnologia pode otimizar processos, responder dúvidas pontuais, atender milhares de pessoas ao mesmo tempo e reduzir custos. No entanto, para ter uma boa aceitação ela precisa ser usada com propósito pelas marcas, equilibrando o modelo de atendimento.
Imagine que você precisa contratar uma Assessoria de Imprensa para construir autoridade para a sua empresa. Você visitou dois perfis diferentes e agência:
1- A primeira possuía boa comunicação nas redes sociais e seu serviço exposto em um site. Mesmo com um bom conteúdo, o chatbot conseguiu responder apenas dúvidas simples e encaminhou seu contato para o comercial, que respondeu automaticamente com uma mensagem genérica.
2- A segunda também possuía bons conteúdos nas redes sociais e seu serviço detalhado no site. Apesar de ter uma sessão de dúvidas frequentes, não tinha um chatbot. Ao mandar mensagem, você é atendido rapidamente e o atendente faz questão de compreender toda sua situação, entregando uma solução personalizada.
Comunicação humanizada é aquela que permite a personalização das mensagens, refletindo os valores da empresa e criando conexão com o consumidor, tal qual a segunda agência exemplificada e a maneira como fazemos aqui na Scapola Comunica.
Experiência personalizada
Oferecer uma experiência individualizada para cada pessoa, de forma que ela se sinta importante, pode criar um elo emocional e uma identificação mais forte com a marca. Usar o atendimento humano dessa forma gera vínculos mais fortes e duradouros.
Linguagem ideal
Para gerar conexão com seu público, é necessário entender como ele se comunica. Dessa forma, é possível definir a abordagem, tom e necessidades comuns. É importante se adaptar à linguagem do cliente para criar conexão, sem deixar de lado o DNA da empresa.
Escuta ativa
Ouvir também é fundamental para prestar um atendimento humanizado de qualidade. Não é possível resolver uma demanda se não souber fazer as perguntas certas e obter as respostas. Escutar o que o cliente tem a dizer é o primeiro passo para criar uma conexão efetiva.
Uso inteligente da tecnologia
Algumas operações podem ser agilizadas com o uso de chatbot ou inteligência artificial, unindo-se ao atendimento humano personalizado. Assim, o cliente pode escolher a forma que deseja tirar suas dúvidas.
Aqui na Scapola Comunica acreditamos que a comunicação vai muito além das telas. Está no nosso DNA o modelo alfaiataria de agência, personalizando cada atendimento e solução de acordo com a demanda.
O mais importante é que, ao aplicar a comunicação humanizada, empresas não apenas resolvem problemas, elas constroem relações e fidelização, transformando clientes em defensores da marca.
A capacidade de equilibrar tecnologia e humanidade para criar experiências que importam nunca foi tão relevante quanto agora.

Conexão, olho no olho e escuta ativa. Seja no antes, durante ou depois do evento, nosso foco é em gerar experiências. Pode até parecer meio piegas ou lugar comum, mas não é. Na hora da prática, muita gente esquece dessa tríade.
Queremos envolvimento real de todas as partes. Sem roteiro fechado ou papel definido, nosso jeito Scapola de trabalhar parte do princípio de que cada conversa com quem constrói opinião e reputação é única.
Mais do que garantir uma cobertura bem feita, a gente quer construir pontes por meio de uma comunicação alinhada aos objetivos do evento. Para garantir que ele seja um case de sucesso em construção de reputação, networking e presença orgânica na mídia, uma coisa é essencial: uma boa assessoria de imprensa.
E de bons eventos entendemos bem. Recentemente atuamos em dois cases: a inauguração da Cria Café na Tônica Ateliê Gastronômico no e o lançamento do Cineart Open Air, uma experiência sofisticada de cinema ao ar livre em Belo Horizonte.
Um RP bem feito pode ser decisivo na repercussão positiva do evento de forma orgânica. Ela contribui diretamente para:
→ Reforçar a imagem institucional da marca
→ Gerar oportunidades de mídia espontânea
→ Estabelecer conexões com veículos e influenciadores estratégicos
→ Criar uma presença consistente nos canais certos
→ Impulsionar reconhecimento e até conversão
A atuação de RP em eventos exige método, visão estratégica e atenção aos detalhes. As etapas exigem comunicação entre si e um flow bem alinhado.
A assessoria de imprensa em eventos atua em cinco frentes principais. Primeiro, na divulgação pré-evento, com a produção de notas, definição de mailing qualificado, envio de convites e press kits, além de iniciar o relacionamento com a mídia. Em seguida, faz o contato direto com jornalistas e veículos, negociando entrevistas, coberturas e sugestões de pautas.
Antes do evento, também são realizados direcionamentos estratégicos, como media training e alinhamento com os porta-vozes, preparando a marca para interações com a imprensa. Durante o evento, a assessoria atua de forma ativa, organizando entrevistas, gerenciando possíveis crises, garantindo cobertura oficial e promovendo conexões relevantes com convidados estratégicos.
No pós-evento, o trabalho segue com o monitoramento da mídia, coleta de feedbacks, análise de resultados e entrega de um relatório completo que compara o planejado com o que foi alcançado, fechando o ciclo com dados e aprendizados para futuras ações.
Cinema e gastronomia, dois temas relevantes quando o assunto é cultura.
No Cineart Open Air, integramos imprensa, público e cidade em um mesmo território para viver uma nova experiência cinematográfica. O resultado de um RP bem feito com todas as etapas bem definidas? Entrada orgânica em vários veículos de relevância nacional.
Nos eventos da Tônica, nossa atuação garantiu presença qualificada de mídia e formadores de opinião, colocamos jornalistas e influenciadores dentro da experiência e deixamos que a história se contasse por si.
Para conferir nosso trabalho, basta fazer uma pesquisa simples na sua barra de pesquisa. Relações Públicas vai da base ao topo.
O evento é o palco e a marca, a protagonista. Relações Públicas em eventos não é sobre “sair na mídia”. É sobre estar no lugar certo, com a mensagem certa, diante das pessoas certas e transformar isso em valor de marca.
Se sua empresa investe em eventos, mas ainda não colhe resultados consistentes em reputação e mídia, talvez falte o que mais faz diferença: uma assessoria de imprensa que pense como estratégia, atue com presença e entenda que cada evento é uma oportunidade única de construção de marca.
Se precisar disso, já sabe com quem falar! A Scapola Comunica está à disposição para alavancar seus eventos!

Imagine grandes nomes modernos que revolucionaram o mundo com as suas ideias. Sem expor essas reflexões e raciocínios de maneira clara e assertiva, será que elas teriam o impacto que tem? Ou além: será que elas teriam algum impacto?
Comunicar é construir pontes, não apenas transmitir mensagens. Ela funciona como caminho para que uma marca alcance seus maiores objetivos.
Pense na Nike, por exemplo. A marca sempre vendeu bem mais do que tênis (ou, se ousemos dizer, tênis é o detalhe final da venda, o meio para se chegar onde se quer). Desde sua famosa campanha “Just Do It”, lançada em 1988, a marca transformou sua comunicação em um manifesto de coragem, superação e identidade.
Com isso, ela não apenas aumentou vendas, mas construiu uma legião de fãs e consolidou sua posição como símbolo de atitude no esporte e na vida. Foi a comunicação que deu voz a essa missão e a projetou para o mundo.
Percebeu? A Nike não vende produtos. Ela vende uma ideia. Um sentimento.
A marca queria se tornar global, alcançar desde atletas profissionais até amadores. Eles queriam ser desejados não apenas pela qualidade dos produtos, mas pela sua capacidade de inspirar. A solução? Comunicação.
Através da comunicação conseguiram transmitir muito além do produto. Eles contaram histórias, passaram mensagens de superação, apresentaram atletas, e tornaram protagonistas suas mensagens.
Tudo isso só foi possível porque a marca usou a comunicação como ponte. Uma ponte entre aspiração e ação. Entre produto e propósito.
Na Scapola Comunica acreditamos que a comunicação, quando pensada de forma estratégica e personalizada, no estilo alfaiataria, pode transformar negócios, fortalecer reputações e, principalmente, conectar marcas e pessoas de forma verdadeira.
Para nós não se trata apenas de ajudar o seu negócio a vender mais. É sobre construir uma história com propósito e que traduza as ações da empresa.
Se ainda não cruzou essa ponte, talvez esteja na hora. E a boa notícia? Você não precisa fazer isso sozinho.

Nenhuma história contada pela Scapola Comunica seria possível sem as pessoas que fazem parte dela.
Histórias demandam pessoas. Seja para realizar ou compartilhar. Por aqui, fazemos os dois, sempre com foco humanizado e estratégico para saber quais palavras usar, quais veículos procurar e como entregar o melhor resultado para o cliente que confiou a sua história para que pudéssemos contar.
Por trás de toda história que contamos, há três pessoas que praticam diariamente a escuta ativa para extrair o melhor de cada uma delas. Rodrigo, Alexandre e Samira. Ou como gostamos de chamar “Power Trio”. Isso porque convergimos as melhores habilidades de cada um com o potencial de fazer a empresa crescer.
Rodrigo Scapolatempore
O começo de tudo foi com nosso CEO Rodrigo Scapolatempore. LinkedIn Top Voice 2024 e Mestre em Tecnologias e Comunicação pela UFU, é membro discente do Harvard ManageMentor e embaixador da Alicerce Educação.
Especialista em construção de marca pessoal e storytelling para empresas e startups, é sócio fundador da Scapola Comunica. Escritor criativo e jornalista com passagens pelo G1 e UOL, atua também como palestrante, treinador e mentor para CEOs, em posicionamento executivo, reputação, conteúdo, estratégia e gestão de crise.
Ele é nosso principal líder nessa jornada que começou em 2023. Com sua bagagem e experiência amplas, sempre utilizou da comunicação como uma ferramenta. Seu modo de contar histórias é único e parte da sua visão crítica de mundo.
Alexandre Diniz
Nosso Coordenador de PR e Conteúdo, Alexandre é jornalista formado pela PUC Minas e pós-graduado em comunicação estratégica. Com mais de 10 anos na área, tem passagens por agências, empresas do setor público e multinacionais do setor privado, tais como Bhpress, Cemig e Banco Inter. Atua com foco em redação criativa, produção jornalística, planejamento estratégico, gestão de projetos de conteúdo e comunicação de marca.
Alexandre se uniu ao nosso time há 9 meses e desde então já escreveu seu nome na nossa história. O jornalista chegou na esteira do momento de expansão para potencializar o crescimento da Scapola Comunica e ser também nosso ponto de apoio na capital mineira.
Ele é nosso elo de equilíbrio e ponte de conexão, focado em estratégia e conteúdo de qualidade. Desde que entrou, mostrou o porquê deveria estar no nosso time. Ele tem nosso DNA.
Samira Batalha
Desde o início na empresa, Samira é a casula do time. No final da sua graduação em Jornalismo pela Universidade Federal de Uberlândia, mostra seu potencial criativo, seja na escrita, seja no visual. Atualmente, é Executiva de Atendimento PR e Digital, mantendo um contato próximo com nossos clientes.
Ainda jovem, possui várias experiências de liderança que agregam para a nossa equipe. Porque aqui ser líder é sobre ação, não posição. Foi presidente da empresa júnior do curso, a Communicare, Diretora de Formação Empreendedora e Vice-Presidente de Gente e Gestão do Núcleo Triângulo e Coordenadora de Comunicação de dois grandes eventos de empreendedorismo jovem na Federação Mineira de Empresas Juniores.
Suas experiências com audiovisual como Coordenadora do Arquibancada UFU e do Tiro Livre também abrem o leque de habilidades que ela executa hoje como Digital na Scapola Comunica.
Apaixonada pela escrita e por uma comunicação humana, sempre apresenta novos pontos de vista para aplicar no Institucional da empresa.
Afinal, o que é a Scapola Comunica?
Com quatro anos de experiência no mercado, a Scapola Comunica oferece soluções em assessoria de imprensa e relações públicas que conectam marcas aos seus públicos de maneira estratégica.
Atuando como uma agência boutique, entrega resultados direcionados e de alcance nacional, com um modelo de atendimento que prioriza as necessidades específicas de cada cliente.
Utiliza uma rede consolidada de contatos na imprensa mineira, nacional e segmentada para gerar oportunidades que fortalecem a imagem e a reputação de seus clientes com parceria do Press Meneger.
Agora que você já conhece mais sobre quem somos, que tal continuar lendo nossas histórias?